Um processo OPEA depende de dados espaciais. O órgão precisa entender onde está o objeto, qual altura ele terá e como essa estrutura se posiciona em relação ao terreno e ao entorno aeronáutico.
Por isso, planta de situação, planta de perfil e tabela de vértices não são anexos burocráticos. Eles traduzem a obra para uma linguagem que permite análise.
Quando esses documentos não conversam entre si, o processo perde tempo. Um número divergente de altura ou uma coordenada imprecisa pode gerar exigência antes mesmo da análise principal.
Confira se a altura total inclui elementos acima da cobertura, como antenas, para-raios, reservatórios, casa de máquinas e estrutura temporária de obra. Se o caso envolve prédio, torre ou galpão, leia também quando a altura vira problema aeronáutico.
A smartOPEA revisa os dados do OPEA antes do protocolo e ajuda a reduzir exigências por documento incompleto ou inconsistente.