Uma estrutura temporária pode virar OPEA quando se projeta no espaço aéreo e exige análise. O fato de ela ficar poucos dias ou meses no local não elimina a necessidade de checagem.
Esse ponto aparece em obras com guindastes, torres provisórias, equipamentos de montagem, estruturas metálicas, andaimes altos, balões cativos ou instalações usadas em eventos.
A análise precisa considerar altura máxima, localização e período de permanência. Uma estrutura provisória pode criar risco em uma fase específica da obra, mesmo que o empreendimento final fique dentro dos limites planejados.
Antes de presumir que o caso não precisa de análise, compare a estrutura temporária com o conceito de OPEA e com a altura total envolvida.
A smartOPEA ajuda a avaliar estruturas temporárias antes da mobilização, quando ainda existe tempo para ajustar altura, prazo ou documentação.